Suporte de Terras
Presdouro News #145.
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#1. o problema
Ou melhor, os problemas!:
Problema 1:
Construir um muro de suporte de terras no mais curto espaço de tempo, o mais barato possível, com o melhor aspeto possível.
Problema 2:
O terreno da fundação do muro e a falta de espaço para a mesma.
Problema 3:
A segurança e durabilidade do muro.
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#2. as condições do sitio
" ..Inverno com imensa chuva, os terrenos nunca são o que parecem..."
Vila do Conde, novas Oficinas da Câmara Municipal, muro de suporte de terras, extremo poente (norte), adjacente ao parque de estacionamento de funcionários. Solução para suporte de terras e protecção de talude, resultante de escavação. Zona de acesso ao parque de estacionamento.
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#3. as opções alternativas
*) Muro de betão: opção prevista em projeto inicial, que obrigaria a trabalhos de cofragem, e a projeto de redimensionamento das fundações.
Vantagens: segurança, tecnologia de execução familiar;
Desvantagens: solução cara, com forte impacto estético;
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**) Muro de Gabiões: opção alternativa ao projeto inicial.
Vantagens: segurança, não precisam de fundações, boa adaptabilidade ao terreno, flexíbilidade, drenantes, montagem rápida, durabilidade, económicos.
Desvantagens: mão de obra especializada, tempo de execução (materiais+execução), necessidade de espaço para a base do muro (B=1/2 (1+H), necessidade de elementos rochosos exteriores ao local da obra, elemento estéril com forte impacto estético;
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***) Muro Floreiras Presdouro: opção alternativa ao projeto inicial.
Vantagens: montagem simples com recurso a solos locais, segurança, fundações simples, boa adaptabilidade ao terreno, flexíbilidade, drenantes, fabrico industrial, montagem rápida, durabilidade, económicos.
Desvantagens: falta experiência de montagem, necessidade de equipamentos de elevação (manitou e retroescavadora).
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#4. e a opção escolhida foi
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Solução construida, vista parcial
O coberto vegetal de espécies autóctones a acontecer no muro.
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Dimensionar um muro de suporte passa pelo estabelecimento de uma primeira aproximação à geometria previsível do mesmo, com base nas condições existentes quer em termos dos terrenos envolvidos, quer face aos materiais disponíveis para a construção. Procede-se depois com base na geometria inicialmente admitida à avaliação das acções que sobre o muro vão actuar, incluindo pesos, impulsos das terras, eventuais impulsos hidrostáticos, sobrecargas aplicadas, etc, para então se verificar se a segurança relativamente a diversas formas possíveis de colapso deste tipo de estruturas, é ou não garantida. O processo é em geral iterativo, ajustando-se sucessivamente a geometria do muro no sentido de obter um compromisso satisfatório entre segurança e economia.
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